TBC 1 mostra que lojistas seguem solicitando volta do comércio na capital

Nova reunião do comitê da prefeitura que avalia medidas de combate à pandemia de coronavírus está agendada para quinta-feira

A repórter Danila Bernardes e a apresentadora Michelle Bouson, nos estúdios da TBC

Entidades representantes dos lojistas de Goiânia seguem tentando negociar com a prefeitura a reabertura do comércio a partir da próxima semana. Já são cerca de 80 solicitações de retomada de diversos segmentos entregues ao Comitê Municipal de Combate à Pandemia de Coronavírus, composto por secretários da prefeitura. O assunto foi pauta do telejornal TBC 1, da TV Brasil Central.

Nesta quarta-feira, 27, uma reunião extraordinária do comitê foi realizada para tratar do assunto e acabou reiterando a negativa de ceder às pressões pela retomada. Um grupo de empresários lojistas tentou, sem sucesso, participar da reunião do comitê. Eles foram recebidos na Secretaria Municipal de Administração e uma nova reunião extraordinária do comitê foi anunciada para a manhã desta quinta-feira, 28.

Desde a última semana, entidades como a Fecomércio, Acieg, Codese e CDL vêm solicitando ao prefeito Iris Rezende a reabertura das lojas em Goiânia no dia 1º de junho, numa tentativa de aproveitar o Dia dos Namorados, data tradicionalmente importante para o comércio. A avaliação dos empresários é de que é possível reabrir tomando medidas de precaução preconizadas pelos órgãos de saúde. 

A eles, se somam agora os donos de bares e restaurantes que resolveram engrossar os pedidos de reabertura. Os empresários anunciaram a realização de carreatas na cidade a partir desta quinta-feira para tentar sensibilizar a prefeitura a flexibilizar o retorno do funcionamento do comércio. 

Segundo a secretária municipal de Saúde, Fátima Mrué, o comitê já tem pronta uma proposta de reabertura escalonada do comércio, mas para isso as condições epidemiológicas precisam ser dadas. Mrué reforçou o argumento técnico da decisão de não autorizar a reabertura por ora. Segundo ela, o comitê leva em conta em suas decisões os relatórios emitidos por órgãos públicos de saúde sobre a evolução da pandemia na cidade.

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