Segunda onda de Covid não chegou a Goiás, afirma superintendente da Secretaria de Saúde

Flúvia Amorim diz ser preciso considerar a diferença entre as datas de registro e ocorrência de mortes para avaliar tendência de alta na contaminação

Uma segunda onda de contaminação de Covid-19 está presente em vários países da Europa e nos Estados Unidos, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Nesta segunda-feira (16), o Brasil ultrapassou a marca de 166 mil mortes, com 256 óbitos computados em 24 horas. A média móvel de 490 mortos em sete dias passou a indicar alta, após um longo período de estabilidade, no Distrito Federal e mais 16 estados.

Mas, segundo a superintendente de Vigilância em Saúde da Secretaria Estadual de Saúde de Goiás (SES), Flúvia Amorim, ainda não é possível afirmar que Goiás esteja enquadrado numa segunda onda da doença. Ela participou do telejornal TBC1 nesta terça-feira (17) e disse que há um lapso temporal nos dados computados pelo Ministério da Saúde.

“A gente sempre leva em consideração não a data em que óbito [por Covid] foi introduzido no sistema [do Ministério da Saúde] e sim a data em que o óbito aconteceu. Quando a gente analisa isso, não vemos ainda uma tendência de aumento”, disse Amorim alertando, no entanto, para a necessidade da continuidade de todas as medidas de precaução contra a doença.

ABC Digital

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