Secretário de Goiânia diz no TBC 1 que reabertura do comércio respeitará condições epidemiológicas

Para Walisson Moreira, titular da Sedetec, dinamismo da pandemia impede cravar datas para a volta dos diferentes setores econômicos na cidade

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Ciência e Tecnologia, Walisson Moreira, e a apresentadora Michelle Bouson, nos estúdios da TBC

O cronograma de reabertura do comércio da capital, lançado pela prefeitura no último dia 28 de maio, não deverá ser como esperado. O motivo é a piora no quadro epidemiológico da cidade, com aumento no número de casos confirmados e mortes provocadas pela pandemia de coronavírus.

A explicação foi dada por Walisson Moreira, secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Ciência e Tecnologia (Sedetec), em entrevista ao telejornal TBC 1 da TV Brasil Central nesta terça-feira, 8. “A prefeitura não tem condições de dar datas futuras porque a pandemia é muito dinâmica. Nós avaliamos semanalmente se podemos abrir ou fechar estabelecimentos. Aquele cronograma foi só uma proposta, um estudo, nós estamos tentando achar uma maneira de flexibilizar, mas a situação na assistência à saúde está cada vez mais complexa”, disse Moreira.

O plano da prefeitura era realizar uma reabertura escalonada neste mês. No último dia 1º de junho, reabriram os mercados municipais, imobiliárias e treinamentos do futebol profissional. A partir daí, o cronograma interrompido previa a volta de lojas de rua, shoppings e escritórios de profissionais liberais (a partir do último sábado, 6).

Já o comércio atacarejo de moda da região da Rua 44, feiras especiais, galerias, clínicas estéticas, hoteis e restaurantes poderiam abrir com restrições de lotação no próximo sábado, 13, o que não mais ocorrerá. Empresários lojistas da Rua 44 estão ameaçando reabrir mesmo com a proibição do Executivo municipal, mas o secretário disse que a fiscalização poderá atuar no local e gerar multas e até fechamento de lojas que descumprirem tanto o decreto municipal quanto o estadual sobre o tema.

Confira a entrevista do secretário de Goiânia na íntegra:

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