Produtos do agronegócio responderam por 78% das exportações goianas em 2020

Apoio do Governo Estadual ao setor produtivo, eficiência dos produtores e condições climáticas favoráveis impulsionam a produção goiana, que tem forte impacto na balança comercial

O secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Carlos de Souza Lima Neto, destacou a força do agronegócio goiano que, no ano de 2020, teve participação superior a 78% nas exportações do Estado. Em entrevista hoje, 11, ao programa O Mundo em Sua Casa, das rádios Brasil Central AM e RBC FM, ele observou que mesmo diante da pandemia, o setor produtivo rural manteve todas as suas atividades, atuando de forma determinada e eficiente e os resultados positivos podem ser medidos pela capacidade de abastecimento do mercado interno, da oferta de matérias-primas para as indústrias instaladas no Estado e ainda gerar excedentes para exportação.

“O segmento produtivo rural mostra toda sua força, contribuindo para o desenvolvimento do nosso Estado, assegurando renda para os municípios e gerando empregos para milhares de pessoas”, afirmou Antônio Carlos. Ele reforça que a cooperação que há entre o Governo do Estado, que oferece todo apoio ao setor produtivo por meio da Secretaria da Agricultura, da Agrodefesa, da Emater-Goiás e da Ceasa-Goiás, e os produtores rurais, que apostam em suas atividades, garantem resultados cada vez melhores com benefícios para todo a população goiana.

Diversificação

O secretário destacou a importância da soja na pauta de exportações, produto que ficou em primeiro lugar na lista de itens exportados, mas apontou também a importância da participação do complexo carnes (bovina, suína e de frango), além de outros produtos de origem rural. “O Governo de Goiás tem feito um grande esforço para ampliar e diversificar a pauta de exportação, inclusive oferecendo apoio ao setor industrial para agregar valor aos produtos, investindo nos processos de transformação das matérias-primas”, disse.

Antônio Carlos enfatizou ainda que a expectativa para 2021 é muito promissora. Conforme disse, se as condições climáticas permanecerem adequadas e não houver nenhuma intercorrência, a safra 2020/2021 será ainda maior que a colhida em 2019/2020, com tendência de aumento na produção e produtividade. Em relação ao desafio da pandemia, o secretário disse que a recomendação aos produtores rurais é que continuem trabalhando com zelo pela saúde, seguindo todos os protocolos de segurança sanitária.

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