Procon fiscaliza farmácias pela venda do chamado Kit Covid

Superintendente Allen Viana diz que o órgão está atuando tanto em farmácias quanto nas distribuidoras e indústrias de medicamentos

O superintendente do Procon Goiás, Allen Viana, e a apresentadora Michelle Bouson, nos estúdios da TBC

Mesmo sem comprovação científica e desaconselhado por entidades médicas e farmacológicas, aumenta a procura nas farmácias pelo chamado Kit Covid, uma combinação de medicamentos formada por comprimidos de hidroxicloroquina, ivermectina e azitromicina. A esperança de quem busca por esses remédios é de que eles imunizem ou mesmo tratem da Covid-19. 

Essa busca pela automedicação tem alertado o Procon, que está observando aumento de preço que pode ser caracterizado como abusivo ao consumidor. Para comentar o assunto, o telejornal TBC 1 ouviu nesta quinta-feira, 9, o superintendente do Procon Goiás, Allen Viana. Em entrevista à apresentadora Michelle Bouson, ele cita diferença de preços de mais de 500% nesses medicamentos.

“Já fizemos 58 notificações, estamos visitando drogarias e farmácias que vendem essas mercadorias e estamos com uma equipe fazendo também uma vistoria nas distribuidoras e indústrias farmacêuticas na cidade de Anápolis”, informou Viana acrescentando que a busca do Procon é por prática de preço abusivo, ficando a fiscalização sobre venda de medicamento sem receita médica a cargo dos serviços de vigilância sanitária.

Confira a entrevista completa:

ABC Digital