Jornal Brasil Central questiona CMTC sobre crise no transporte coletivo

Murilo Ulhôa respondeu a usuários e participantes do Jornal Brasil Central sobre a situação precária do transporte coletivo, mas informou que a quantidade de ônibus não foi reduzida e que trabalha para melhorar logo essa situação

A situação precária do transporte coletivo de Goiânia foi o assunto debatido nesta sexta, 5, no Jornal Brasil Central, com a participação de Murilo Ulhôa, presidente da  CMTC (Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos), responsável por gerir e fiscalizar o serviço de transporte coletivo da Rede Metropolitana de Transportes (RMTC) que reúne Goiânia e 18 municípios. Ele reconheceu os problemas, especialmente em função da pandemia da Covid-19, disse que a atual gestão tem dois meses de atuação e que está trabalhando para apresentar bons resultados logo.

Questionado pela reportagem que ouviu também usuários reclamando da diminuição da frota, ele disse que a frota não foi reduzida. “Não é verdade que houve uma queda na oferta de ônibus. Estamos trabalhando com 822 ônibus, que é a mesma quantidade anterior ao decreto. Em outubro do ano passado, a CMTC registrou que estávamos operando com 780 ônibus e de lá pra cá houve acréscimo e chegamos a 822 ônibus”, observou.

Dificuldades

Informou que quando a nova gestão assumiu, início de janeiro, o fez com o compromisso de enfrentar esse problema. “Sempre soubemos que uma das graves dificuldades da região metropolitana era não ter uma paternidade da gestão para assumir o colapso que já vem há alguns anos,”, afirmou, observando que paralelo a isso, há o problema da pandemia, que incomoda e preocupa, porque nesse momento os usuários precisam de mais conforto. “Temos um decreto onde a gente pede aos usuários que não pertencem aos serviços essenciais que evitem de andar de ônibus. Temos que diminuir as pessoas que estão transitando”, conclamou.

A reportagem filmou e contou 30 ônibus parados nos terminais. Questionado sobre essa situação, Murilo disse que não estava vendo o material produzido, mas que em todos os terminais existem frotas extras aguardando o momento de entrar em operação. “Não sei se as imagens que vocês estão mostrando é referente a essa frota. Assumi a responsabilidade de compartilhar não só os problemas, mas as soluções que estamos encaminhando no transporte coletivo de Goiânia”, assinalou.

ABC Digital

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