Governador discute serviço da Enel no Ministério das Minas e Energia

Qualidade do serviço da operadora de energia elétrica foi tema de reunião, nesta quarta-feira (26), entre o governador Ronaldo Caiado e o ministro das Minas e Energia, Adolfo Sachsida

Na reunião com o ministro Adolfo Sachsida, ocorrida nesta quarta-feira (26), em Brasília, o governador Ronaldo Caiado relatou a situação do Estado e as providências que estão sendo tomadas para garantir a continuidade do fornecimento de energia elétrica em Goiás, e também a manutenção da rede, até que seja feita a transferência da Enel para a Equatorial Energia. Caiado defende que a Enel continue dando manutenção na rede elétrica goiana até que o serviço seja transferido. Reportagem sobre a reunião foi veiculada no programa O Mundo em sua Casa desta quinta-feira, 27.

O governador já esteve em Brasília na última segunda-feira, 24, para tratar do assunto na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Na audiência com o ministro das Minas e Energia, Caiado reforçou a importância de buscar alternativas para garantir o fornecimento de eletricidade em todo o Estado. O ministro Adolfo Sachsida considerou fundamental levar energia limpa, segura e barata para todos os brasileiros. “Eu tenho certeza que, com essas mudanças, e com o trabalho em parceria com o Estado de Goiás, vamos levar energia de qualidade e barata para o povo goiano, para gerar cada vez mais emprego e renda na sociedade (goiana)”, destacou.

PCHs

O governador e o ministro também conversaram sobre as Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), como uma possibilidade de aumentar a capacidade energética de Goiás. Ronaldo Caiado foi informado de que três municípios goianos foram contemplados em leilões de energia de PCHs este mês: Itarumã, Serranópolis e Rio Verde. 

Conforme o governador, Goiás é o Estado com maior potencial em construção de PCHs. Acrescentou que as pequenas centrais hidrelétricas produzem energia limpa, ao mesmo tempo que são permanentes e responsáveis por gerar uma riqueza muito grande para cada um dos municípios goianos. “Goiás precisa de um diferencial para que esse potencial de PCHs seja atendido nos próximos leilões, e que nós possamos ofertar aquilo que a natureza nos deu em volume maior do que em muitos outros Estados do Brasil”, declarou

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