Goinfra adota novo modelo de gestão dos aeródromos em Goiás

Presidente Pedro Sales detalhou o que vem sendo feito nessa área no radiojornal O Mundo em Sua Casa

Antes associado ao crime organizado, os aeródromos pelo interior de Goiás vivem uma nova realidade. Desde o início de 2019, a Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra) adotou um novo modelo de gestão desses espaços importantes ao Estado tanto do ponto de vista econômico quanto social.

Só neste ano, já são 13 aeródromos reformados e entregues à população nos municípios de Aragarças, Aruanã, Campos Belos, Ceres, Mozarlândia, Niquelândia, Palmeiras de Goiás, Pirenópolis, Porangatu, Posse, Quirinópolis, São Miguel do Araguaia e Uruaçu. Outros cinco já estavam em funcionamento, totalizando 18 campos de pouso cumprindo a função para a qual foram construídos. 

“Montamos na agência uma equipe especializada nesse assunto, que é extremamente específico, com legislação própria e órgãos de controle como Anac [Agência Nacional de Aviação Civil] e Decea [Departamento de Controle do Espaço Aéreo]. Depois, nós fizemos investimentos estruturais para que esses aeródromos tivessem condições de voltar a operar e, por fim, um trabalho incessante em Brasília, mostrando aos órgãos de controle que a gente tem condições de voltar a operar”, disse o presidente da Goinfra, Pedro Henrique Sales, em entrevista ao radiojornal O Mundo em Sua Casa nesta sexta-feira, 17.

Ele conversou com os apresentadores Lucas Nogueira e Luzeni Gomes, das rádios RBC FM e Brasil Central AM. Pedro Sales destacou a importância dos campos de pouso tanto para o desenvolvimento econômico quanto social das cidades, citando o uso também no transporte de pacientes em estado grave. Segundo ele, a meta da Goinfra é seguir liberando novos aeródromos, indicando que Ceres e Alvorada do Norte devem ser os próximos. No total, Goiás possui 29 aeródromos espalhados por diversas regiões.

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