Cinemas são liberados em Aparecida de Goiânia

Prefeitura restringiu lotação a 30% e estabeleceu protocolos especiais para o funcionamento das salas exibidoras nos shoppings da cidade

A coordenadora do Grupo Operacional de Enfrentamento ao Coronavírus de Aparecida de Goiânia, Ana Paula Vilela, e a apresentadora Michelle Bouson, nos estúdios da TBC

Apesar do alto risco de contaminação, as salas de cinema foram liberadas a retomar o funcionamento mesmo antes do fim da pandemia de coronavírus em Aparecida de Goiânia. A prefeitura informa que estabeleceu protocolos que vão da compra de ingressos pela internet ao distanciamento entre as cadeiras e higienização constante do local, incluindo do ar condicionado. A lotação poderá ser de no máximo 30% da capacidade.

Para explicar a decisão pela liberação e como será a retomada no funcionamento dos cinemas na cidade, o telejornal TBC 1 ouviu nesta sexta-feira, 11, Ana Paula Vilela, coordenadora do Grupo Operacional de Enfrentamento ao Coronavírus de Aparecida de Goiânia. Em conversa com a apresentadora Michelle Bouson, Ana Paula disse que a condição epidemiológica “verde” da cidade proporcionou a liberação dos cinemas.

“Aparecida de Goiânia está no cenário verde. Nós temos uma matriz de risco que considera vários índices, inclusive situação de UTIs, número de casos ativos de Covid-19 e o índice de transmissão do vírus na cidade. Com isso, nós achamos que dava para fazer a retomada responsável com base na gestão de riscos desses estabelecimentos”, comentou.

Ela listou as exigências que as duas empresas exibidoras de filmes da cidade terão que cumprir para manter as salas funcionando. Os cuidados vão do incentivo à compra de ingressos pela internet, retirada de catracas de controle do público, distanciamento mínimo de um metro e meio entre as poltronas, higienização constante das salas a cada sessão e demais protocolos correntes na pandemia, como medição da temperatura corporal, uso de máscara e disponibilização de álcool em gel em todo o ambiente.

Confira os detalhes na íntegra da entrevista:

ABC Digital