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Eleição, legado, crise hídrica: resumo da entrevista de Marconi à TBC
Publicado em: 2018-04-06 09:59:52

Na sua última entrevista à TV Brasil Central antes de se desincompatibilizar do cargo, no dia 7 de abril, o governador Marconi Perillo (PSDB) apresentou números e dados – como a evolução do PIB de R$ 17 para 200 bilhões – que, na opinião dele, são provas de que Goiás viveu uma revolução em seu mandato.

Entre os legados que Marconi acredita que deixará para as próximas gerações, ele citou o processo de interiorização da industrialização do Estado. “Éramos tratados como um Estado que só produzia arroz, feijão e carne. Somos um estado diversificado hoje, moderno, plural. De 1998 para cá, saltamos de 17 para 200 bilhões de PIB. Isto aconteceu porque diversificamos a economia, fizemos missões internacionais, aprimoramos o Produzir, levamos nossos produtos para mais de 40 países. Hoje tem empresário aqui que exporta para 60 países. Goiás é hoje um dos pouquíssimos estados que tem 26% do PIB em industria. A média é 11%”, disse o tucano.

O governador foi entrevistado pelo apresentador Enzo de Lisita e pelos jornalistas convidados Jordevá Rosa e Suzete Amâncio. Ao final do programa, Marconi elogiou o jornalismo que é praticado na emissora desde que João Bosco Bittencourt assumiu a presidência da Agência Brasil Central (ABC). “Vocês desmistificaram a história de que TV pública não pode ser boa”.

Abaixo, os principais trechos da entrevista:

INTOLERÂNCIA NA POLÍTICA
Marconi foi provocado pelo jornalista Jordevá Rosa a comentar a candidatura presidencial de Jair Bolsonaro. Ele entende que o País não pode se aprofundar no maniqueísmo político. “Acho que o mundo corre sério risco, que é a intolerância. A cultura da guerra contra paz. Não podemos ter radicais que defendam um dos dois extremos. Não podemos viver esta dicotomia. Brasil é um País que precisa de paz, conciliação, de alguém que convença pelo diálogo”.

RESISTÊNCIA IDEOLÓGICA ÀS OS
Governador diz que gostaria de ter implantado na educação o modelo de gestão por Organizações Sociais (OS) que deu certo na saúde. No entanto, ele diz que foi impedido por resistências ideológicas. “Eu lamento que o tema tenha sido ideologizado. Poderíamos ter um caso de sucesso na Educação. O sucesso dos colégios militares poderiam ser replicados na rede estadual. Já somos os melhores do Brasil, mas poderíamos ser os melhores disparado”.

PESQUISAS E JOSÉ ELITON
Governador aposta que Eliton subirá nas pesquisas depois que assumir o governo. “Pesquisa reflete o momento. Temos estudos que mostram que 20% da população não conhecem José Eliton. Temos nomes na eleição que são muito conhecidos. Eu não tenho dúvidas que à medida em que ele assumir o governo e que houver a comparação de história, planos e propostas, manteremos esta linha de desenvolvimento”, afirmou Marconi.

ALVO DE FAKE NEWS
Marconi entende que sua aprovação só não é melhor por causa de fake news e ataques que recebe da oposição nas redes sociais. “Qualquer governante hoje lida com internet, redes sociais e fake news que não existiam anos atrás. Governantes todos enfrentam rejeição. Eu rodei o Estado agora e fui recebido em todos os municípios por onde passei. Se for comparar a minha aprovação à dos outros, é muito favorável”.

LEGADO NA ECONOMIA
Entre os legados que Marconi acredita que deixará para as próximas gerações, ele citou o processo de interiorização da industrialização do Estado. “Éramos tratados como um Estado que só produzia arroz, feijão e carne. Somos um estado diversificado hoje, moderno, plural. De 1998 para cá, saltamos de 17 para 200 bilhões de PIB. Isto aconteceu porque diversificamos a economia, fizemos missões internacionais, aprimoramos o Produzir, levamos nossos produtos para mais de 40 países. Hoje tem empresário aqui que exporta para 60 países. Goiás é hoje um dos pouquíssimos estados que tem 26% do PIB em industria. A média é 11%”, disse o tucano.

SAÍDA DE WILDER DA BASE
Governador disse lamentar a decisão do senador Wilder Morais de sair da base aliada. “Wilder fez muito pelo Estado, devo muito a ele, mas ele se sentiu melhor procurando outro caminho. Acho até que não tinha necessidade, porque a convenção ainda é em junho”, disse Marconi.

   

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